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Mar 05
2008
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Que Futuro Queres?Posted by franciscojasousa in world, opinions, moral values, life, Environment |
Nos últimos anos tenho (temos todos) visto que está a ser cada vez mais difícil acompanhar a (frívola) estranha forma de vida que, comummente conhecemos como, Civilizada.
As pessoas que vivem neste “mundo civilizado” acordam a pensar o que fazer para poderem ter o que não precisam pois são instruídos ininterruptamente (publicidade, media, etc) que o que têm não chega, não presta ou não lhes confere o estatuto social “desejado”. Que podemos nós fazer para que o nosso futuro, o dos nossos filhos e os filhos destes seja mais risonho?Atribuam o verdadeiro valor às coisas. A moda não passa disso, é sazonal. E como tal, irrelevante para o teu bem-estar e dos teus. Adquire o que precisas.
Quando fores às compras, estabelece uma lista (antes de ires) do que realmente precisas e, lá estando, tenta não fugir muito à mesma. Como nota, a disposição dos artigos é feita por profissionais que sabem perfeitamente o que fazem de modo a levar-te a fazer compras desnecessárias.
Evita os créditos bancários sempre que puderes.
Se puderes construir uma casa energeticamente independente (Info 1, 2)da rede pública cujo terreno permita cultivo, tenha água e lenha, estás no bom caminho para teres um futuro sereno e, parcialmente, protegido da turbulência económica futura.
Tão logo possas, troca o teu carro a gasóleo/gasolina por um híbrido/eléctrico (Info -esperemos que a propulsão a hidrogénio não demore a surgir/generalizar-se).
Sei que dirás que o vizinho precisa ver que tens sucesso e daí trocas de carro de dois em dois anos mas, precisas realmente de o fazer? E o que ele pensa interessa de verdade? Usa o que tens sem estragar, os recursos existentes são finitos (a esfera em que vivemos é finita) daí uma necessidade urgente de que uses esses mesmos recursos racionalmente (equitativamente seria uma conversa demasiado longa… para já).
Se possível, exerce uma profissão que te dê prazer e, mais ainda, que traga algo de bom ao que te rodeia.
Ensina aos teus filhos (e já agora pratica também) valores que realmente interessam. Singrar na vida não significa lucros a qualquer preço. Diz-lhes que é vital cumprir algo que prometemos mesmo com prejuízo próprio. Que magoar impunemente não é sinal de força mas sim de debilidade mental. Que o sorriso deve ser verdadeiro, as palavras sentidas e as acções sem esforço no sentido de que são feitas com deleite.


